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Tratamentos para obesidade Diabetes


Muitos pacientes são afetados? 
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevalência mundial da doença tem tido crescimento em proporções epidêmicas e geométricas. Atualmente existem cerca de 150 milhões de diabéticos no planeta e estima-se que no ano 2025 teremos aproximadamente 300 milhões. Já no Brasil, aproximadamente 4,6 milhões de pessoas tinham DM no ano 2000 e a previsão é de que em 2030 esse número tenha no mínimo duplicado.


Tratamento do Diabetes Tipo 2: 
Alimentação adequada, exercícios físicos regulares e modificações no estilo de vida constituem o tratamento inicial para normalizar os níveis de glicose no sangue e redução de peso. Os medicamentos ditos hipoglicemiantes são introduzidos quando o tratamento inicial não é efetivo em manter os níveis glicêmicos em valores normais ou próximos deste. Essas medicações podem ser associadas para melhor efeito. 

Com a disseminação da cirurgia bariátrica observou-se que pacientes diabéticos logo após a cirurgia apresentavam melhora importante e resolução da hiperglicemia (aumento da glicose no sangue).

A cirurgia bariátrica é o método mais eficaz para os pacientes diabéticos com IMC maior que 35Kg/m2. Procedimentos como a gastroplastia tipo Fobi-Capella ou bypass gástrico promove cerca de 84% de melhora do diabetes tipo 2. Procedimentos mais disabsortivos como o Duodenal Switch ou a operação de Scopinaro são ainda mais efetivos, sendo que aproximadamente 98% dos pacientes ficam livres desta doença após estes procedimentos. 

Para explicar a melhora do DM2 após a cirurgia bariátrica as duas primeiras hipóteses aventadas foram de que a redução da glicemia estaria relacionada a perda de peso e a dieta restrita dos pacientes após a cirurgia. Este raciocínio logo caiu em descrédito com os trabalhos de Rubino e Scopinaro demonstrando que a melhora do diabetes costuma ocorrer logo na primeira semana após a cirurgia. 
Este dado sugere que a alteração anatômica e funcional (desvio intestinal) provocadas pela cirurgia são os fatores que mais contribuem para a melhora e na maior parte dos casos, normalização da glicose sanguínea.

O italiano Rubino é o principal pesquisador sobre as cirurgias do diabetes e propôs uma cirurgia onde é realizado um desvio intestinal. 

O grande ponto de estudo hoje é achar a cirurgia ideal em pacientes com IMC abaixo de 30 kg/m2, já que aqueles entre 30 e 35Kg/m2 comprovadamente apresentam bons resultados com as técnicas clássicas de cirurgia bariátrica.

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